Seria muito bom se as únicas reclamações que tivéssemos a fazer fossem a respeito das quartas insuportáveis no facebook pelos abusivos comentários sobre futebol, ou até mesmo sobre as baladas do final de semana que você não pôde ir por falta de grana... ou simplesmente não quis ir porque não tem companhia. Seria bom se a vida fosse tão simples que os problemas, na verdade, não passassem de assuntos para se ter em uma conversa e não motivos para choros desesperados às 5h, sozinha, por causa da insônia.
Infelizmente a vida é cheia de imprevistos que, por vezes, independem das nossas escolhas. Alguns podem mudar a sua vida completamente - para melhor ou, lamentavelmente, para pior. O pior de um imprevisto infeliz é que, se ele for grave o bastante para te deixar lá embaixo e não tiver uma solução rápida ou, ao menos, previsível, o desespero aumenta, e a tristeza consequenciada pela ocorrência parece não ter fim.
Dizem que tudo o que passamos serve como experiência e, de fato, sempre achei isso. Mas algumas coisas poderiam não acontecer porque simplesmente não vale a pena o aprendizado. Por que será que essas coisas acontecem, então? Apesar de ser um pouco cética, já pensei inúmeras vezes que as tragédias que me aconteciam eram simplesmente consequência de uma falta de fé em algo, como Deus, por exemplo. Passei a orar, todos os dias. Mas se até mesmo quando você acaba de orar, aquela coisa terrível acontece, a quem você recorre? Se até Deus conseguiu falhar com você, quem irá lhe ajudar? O Chapolin Colorado, a Mãe Delamare, o Silvio Santos?
Bate aquela vontade desesperadora de voltar pra casa. De ter o colinho da mamãe. De ter o amorzão. De ter seus amigos ao redor. E você está em um lugar onde não conhece quase ninguém e não sabe sequer pra onde deve ir e o que fazer. Como se reerguer sozinha, sem ajuda, com problemas? Nesses momentos, a única saída é tirar forças de onde você nem sabia que existia, focar em objetivos e ir à luta! Se aquilo não pode ser resolvido agora, resolvido está.
Lágrimas realmente limpam a alma. As coisas estão ruins... diria que péssimas. O sorriso soa falso porque, de fato, geralmente é. Não por maldade, e sim por falta de vontade interior de sorrir. Vontade de viver. Mas muitos acontecimentos ruins já ficaram para trás e, com o tempo, as coisas se ajeitaram e tudo passou a dar certo. Os porquês desses fatos terríveis acontecerem, eu realmente não sei. Mas espero que o amanhã seja mais claro, limpo e que sonhos se concretizem. É só o que eu espero.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Eu acho que aprendi a ser criança com você.
Sorrir me parece tão inocente...
Beijar me parece tão puro...
Quando eu te abraço e sinto seu toque, é como se várias borboletas passeassem no paraíso, coloridas, fazendo-me viajar em um mundo só meu... só nosso.
Gosto de brincar; de jogar videogame e até desejo ter uma coleção do pokémon.
Eu acho que voltei a ser boba, de um jeito bom, com você... Você me fez alguém melhor.
Eu te amo.
Sorrir me parece tão inocente...
Beijar me parece tão puro...
Quando eu te abraço e sinto seu toque, é como se várias borboletas passeassem no paraíso, coloridas, fazendo-me viajar em um mundo só meu... só nosso.
Gosto de brincar; de jogar videogame e até desejo ter uma coleção do pokémon.
Eu acho que voltei a ser boba, de um jeito bom, com você... Você me fez alguém melhor.
Eu te amo.
domingo, 8 de abril de 2012
Lessons
I guess that being watching my movies and keep listening to my music makes me another person, who has no problems or bad feelings. I wish I could live in this world of fantasy forever and ever... It's so warm here. Nobody can hurt me. Nobody can see me. And I'm still not eating well, but that's good in some way... I have to change my habits, anyway... I wish I had courage to work out, but I can badly sleep some nights and go out of my bed... That's the reality now, but something is gonna serve like a lesson, that only living we can learn.
Mask.
Sometimes when you close yourself in a box, or something like that, it's worth it, because people aren't really prepared to see us the way we really are all the time... Most of the time they just wanna see us like they want, and we can't put a mask - not with bad intentions -, in every situation...
Of course, we could wear it some days, we need it, because there are those times that you just wanna go to your room and cry... cry all night long, but you can't. You must smile to people and say nice things, even when you don't want to... Isn't that put a mask? Of course it is... but not in a bad way, just because you need it, that's all. They want that. Everyone likes nice and friendly people... and you should be happy 24h per day.
I don't know why but sometimes I guess that I am in a imaginary place... And then I put some DVDs, watch some films and sitcoms, and travel into this stories that isn't even real... But I feel like home in some way. Yeah, nobody can really understand nobody, that's the truth, but when it comes to be in society, and you must dress up with your best clothes and smile to everyone because if you don't, they aren't gonna like you, and you'll be alone all the time, and even if you enjoy giving some time for yourself, we need to see other people.
I keep wondering why some people just can't care about anybody else... and why somethings just has to happen, even if your heart says that it hadn't... Maybe it's some experience... we are learning all the time with those kind of things... And I really am learning... to be by myself, and to don't need of anybody... almost in most of the time. That's good enough.
Of course, we could wear it some days, we need it, because there are those times that you just wanna go to your room and cry... cry all night long, but you can't. You must smile to people and say nice things, even when you don't want to... Isn't that put a mask? Of course it is... but not in a bad way, just because you need it, that's all. They want that. Everyone likes nice and friendly people... and you should be happy 24h per day.
I don't know why but sometimes I guess that I am in a imaginary place... And then I put some DVDs, watch some films and sitcoms, and travel into this stories that isn't even real... But I feel like home in some way. Yeah, nobody can really understand nobody, that's the truth, but when it comes to be in society, and you must dress up with your best clothes and smile to everyone because if you don't, they aren't gonna like you, and you'll be alone all the time, and even if you enjoy giving some time for yourself, we need to see other people.
I keep wondering why some people just can't care about anybody else... and why somethings just has to happen, even if your heart says that it hadn't... Maybe it's some experience... we are learning all the time with those kind of things... And I really am learning... to be by myself, and to don't need of anybody... almost in most of the time. That's good enough.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Caloura 2012 - UEPB - Comunicação Social (Jornalismo)... FUCK YEAH!!!
Nunca imaginei que isso aconteceria, de verdade. Sabia que era difícil e que a concorrência era muito grande. Além de tudo, fui fazer a prova sem grande vontade, por desânimo mesmo, nem estudei. Muitas vezes achamos que não somos capazes, mas não saberemos de nunca tentarmos. E é a primeira vez que eu tento passar em uma universidade pública - por covardia mesmo. Orei tanto. Torci tanto. Meu coração não conseguia ficar calmo até o bendito dia 26, esse que mudou radicalmente a minha vida.
Lembro-me de estar em um fórum na internet em que todos estavam apreensivos esperando o resultado do vestibular. UFAM, UEPB, UFRJ, UFF, e mais tantas outras universidades. Sonhos de todos aqueles ali, inclusive o meu. Se dependesse do quanto eu queria essa aprovação, eu já estaria dentro. Há quantos anos eu sonho em cursar Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo? Aqueles que me conhecem desde muito tempo, sabem. Passei na Unama em 2009, no mesmo curso, assim como no Cesupa, porém, em Direito. Mensalidades absurdas de ambas as partes - mas compreensíveis -, "o que fazer?', eu me perguntava.
Optei por Direito. Talvez pela pressão do mercado de trabalho, por não haver mais obrigatoriedade em ter diploma para trabalhar... Não sei. Tive medo e acabei entrando no curso de Direito. Mas não me arrependo. Aprendi muito. Acho que todo jornalista deveria cursar ao menos um ano do curso de Direito, pois é algo que eu considero fundamental. Fiz novamente a prova da Unama para Jornalismo, crente que cursaria, finalmente, o curso que tanto queria, apesar de sentir muito ter que pagar um valor exorbitante, e outros motivos que me fizeram não ter tanto ânimo para isso. Passei. Mas surgiu a oportunidade de estudar francês na Suíça. Bendita foi a hora em que essa oportunidade surgiu, pois jamais imaginei que poderia passar no curso que tanto queria em uma universidade federal ou estadual.
Sabia que o SiSu era algo que eu deveria esquecer completamente. Cheguei perto de fazer a minha matrícula, mas acabei optando por realizar o intercâmbio. Comecei a estudar francês na Aliança Francesa, primeiro nível do curso intensivo, para não chegar na Suíça sem saber absolutamente nada. Amanhã será a minha prova final e até que está indo tudo bem, apesar de ser um idioma dificílimo. Vi a nota de corte dos cursos e bateu aquela esperança... Fraca, boba... Aquelas de "será? não...". Saiu o resultado, finalmente e, como previsto, não havia passado na universidade que queria, a UEPB. Quando vi minha colocação, coloquei as mãos na testa e pensei "Não acredito, cinco criaturas na minha frente... CINCO! Entre mais de mil candidatos, só havia cinco pessoas na minha frente e eu não passei!".
Depois disso, foi um tormento sem fim. "Passarei na segunda chamada? Será que todos irão fazer a matrícula? Será que alguém irá passar na sua primeira opção?". "Não... É melhor eu não pensar nisso, a decepção vai ser muito grande e a probabilidade é minúscula", pensava...
Foi então que, no dia 26, eu, completamente desesperada, com o coração palpitando freneticamente, o relógio apontou "00h", e no fórum, pessoas falando: "Saiu o resultado". Uma boa parcela dizendo que não havia passado. Como era de se esperar, o site deu todos os "bugs" possíveis, pois um número muito grande de estudantes estavam tentando acessá-lo. Depois de alguns minutos, finalmente consegui ver a lista do meu curso e, para a minha surpresa, eu havia passado. Era inacreditável, surreal. Eu surtei completamente. Não sei descrever essa sensação... É única, magnífica. Chorei, gritei loucamente, parecia outra pessoa. Até o Bidu ficou frenético, sem saber o que estava acontecendo. Bidu é o meu lindo porquinho-da-índia.
Notícia feliz. Felicíssima. Inesperada. Sensação inexplicável. Não há comparação em passar em uma faculdade particular e em uma universidade pública. Não pelo status, mas pelo esforço, dificuldade, por não pagar nada, principalmente (risos).
Dedicar-me-ei muito. Indubitavelmente. Minha vida toda vai mudar. Vou para o nordeste, terra maravilhosa. Tudo vai mudar, e eu espero que para melhor.
Obrigada meu Deus, aos meus pais, à minha irmã, à minha madrinha, aos meus amigos, ao meu amor e a todos que me apoiaram nesse momento e acreditaram que eu seria capaz. Fizeram toda a diferença.
Quinta-feira, 00h, dia 26 de janeiro de 2012, um dia que ficará para sempre na minha memória e que mudou toda a minha vida.
Lembro-me de estar em um fórum na internet em que todos estavam apreensivos esperando o resultado do vestibular. UFAM, UEPB, UFRJ, UFF, e mais tantas outras universidades. Sonhos de todos aqueles ali, inclusive o meu. Se dependesse do quanto eu queria essa aprovação, eu já estaria dentro. Há quantos anos eu sonho em cursar Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo? Aqueles que me conhecem desde muito tempo, sabem. Passei na Unama em 2009, no mesmo curso, assim como no Cesupa, porém, em Direito. Mensalidades absurdas de ambas as partes - mas compreensíveis -, "o que fazer?', eu me perguntava.
Optei por Direito. Talvez pela pressão do mercado de trabalho, por não haver mais obrigatoriedade em ter diploma para trabalhar... Não sei. Tive medo e acabei entrando no curso de Direito. Mas não me arrependo. Aprendi muito. Acho que todo jornalista deveria cursar ao menos um ano do curso de Direito, pois é algo que eu considero fundamental. Fiz novamente a prova da Unama para Jornalismo, crente que cursaria, finalmente, o curso que tanto queria, apesar de sentir muito ter que pagar um valor exorbitante, e outros motivos que me fizeram não ter tanto ânimo para isso. Passei. Mas surgiu a oportunidade de estudar francês na Suíça. Bendita foi a hora em que essa oportunidade surgiu, pois jamais imaginei que poderia passar no curso que tanto queria em uma universidade federal ou estadual.
Sabia que o SiSu era algo que eu deveria esquecer completamente. Cheguei perto de fazer a minha matrícula, mas acabei optando por realizar o intercâmbio. Comecei a estudar francês na Aliança Francesa, primeiro nível do curso intensivo, para não chegar na Suíça sem saber absolutamente nada. Amanhã será a minha prova final e até que está indo tudo bem, apesar de ser um idioma dificílimo. Vi a nota de corte dos cursos e bateu aquela esperança... Fraca, boba... Aquelas de "será? não...". Saiu o resultado, finalmente e, como previsto, não havia passado na universidade que queria, a UEPB. Quando vi minha colocação, coloquei as mãos na testa e pensei "Não acredito, cinco criaturas na minha frente... CINCO! Entre mais de mil candidatos, só havia cinco pessoas na minha frente e eu não passei!".
Depois disso, foi um tormento sem fim. "Passarei na segunda chamada? Será que todos irão fazer a matrícula? Será que alguém irá passar na sua primeira opção?". "Não... É melhor eu não pensar nisso, a decepção vai ser muito grande e a probabilidade é minúscula", pensava...
Foi então que, no dia 26, eu, completamente desesperada, com o coração palpitando freneticamente, o relógio apontou "00h", e no fórum, pessoas falando: "Saiu o resultado". Uma boa parcela dizendo que não havia passado. Como era de se esperar, o site deu todos os "bugs" possíveis, pois um número muito grande de estudantes estavam tentando acessá-lo. Depois de alguns minutos, finalmente consegui ver a lista do meu curso e, para a minha surpresa, eu havia passado. Era inacreditável, surreal. Eu surtei completamente. Não sei descrever essa sensação... É única, magnífica. Chorei, gritei loucamente, parecia outra pessoa. Até o Bidu ficou frenético, sem saber o que estava acontecendo. Bidu é o meu lindo porquinho-da-índia.
Notícia feliz. Felicíssima. Inesperada. Sensação inexplicável. Não há comparação em passar em uma faculdade particular e em uma universidade pública. Não pelo status, mas pelo esforço, dificuldade, por não pagar nada, principalmente (risos).
Dedicar-me-ei muito. Indubitavelmente. Minha vida toda vai mudar. Vou para o nordeste, terra maravilhosa. Tudo vai mudar, e eu espero que para melhor.
Obrigada meu Deus, aos meus pais, à minha irmã, à minha madrinha, aos meus amigos, ao meu amor e a todos que me apoiaram nesse momento e acreditaram que eu seria capaz. Fizeram toda a diferença.
Quinta-feira, 00h, dia 26 de janeiro de 2012, um dia que ficará para sempre na minha memória e que mudou toda a minha vida.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Incompleta.
Embaralho as cartas e percebo que faltam os naipes principais. Coloco um CD e não há as músicas do Barry White. Estou com o vinho em minhas mãos, pronto para ser degustado, e me falta a taça para colocá-lo... O que está acontecendo? Está tudo fora do lugar. Não reconheço meu sorriso, parece outro... Meu olhar também mudou. Não me reconheço, para falar a verdade. Tudo se transformou em outro ser, esse que não sente mais prazer em sê-lo. Ficou a metade... Pobre metade, de aparência desfigurada. Não existem mais lábios macios ansiando beijos... Nem a epiderme delicada para receber aquele toque fascinante... Falta a outra metade para que seja o que sempre foi. A minha metade. Você.
domingo, 13 de novembro de 2011
Injusto.
As injustiças da vida sempre me deixam mal, principalmente quando ocorrem em relação aos mais necessitados ou à minoria, que sofre essas consequências de não vivermos em uma sociedade homogênea, em que tudo é motivo de ser diferente e, portanto, receber preconceito. Mas há outros tipos de injustiça que poderíamos evitar, como os que ocorrem em relacionamentos, sejam de amizade, namoro, etc.
Acho engraçado como há pessoas que fazem e acontecem e nada acontece a elas. Podem trair, não amar a pessoa que a ama, fazer o que for, e a pessoa que a ama ainda ficará atrás (muitas vezes) e aceitando aquilo, ou nem mesmo desconfiando. Mas quando você ama demais a pessoa, tenta de todas as formas provar esse amor e é fiel até o fim, não apenas por respeito, mas por simplesmente só conseguir sentir desejo pela pessoa que você ama, e tenta fazer tudo o que pode para deixá-la feliz, ainda assim, ela irá esquecer um dia todo o bem que fizeste pelo simples fato de ter feito algo que não a agradou - mesmo esse fato não tendo sido algo que a desrespeitasse de fato - e fazer daquilo uma grande tempestade como se você fosse uma porcaria de ser humano. Não existe coisa pior do que levar a culpa por algo que você nem mesmo fez. E nunca quis fazer.
O mundo é injusto mesmo - e algumas pessoas também. I don't know what to do.
Acho engraçado como há pessoas que fazem e acontecem e nada acontece a elas. Podem trair, não amar a pessoa que a ama, fazer o que for, e a pessoa que a ama ainda ficará atrás (muitas vezes) e aceitando aquilo, ou nem mesmo desconfiando. Mas quando você ama demais a pessoa, tenta de todas as formas provar esse amor e é fiel até o fim, não apenas por respeito, mas por simplesmente só conseguir sentir desejo pela pessoa que você ama, e tenta fazer tudo o que pode para deixá-la feliz, ainda assim, ela irá esquecer um dia todo o bem que fizeste pelo simples fato de ter feito algo que não a agradou - mesmo esse fato não tendo sido algo que a desrespeitasse de fato - e fazer daquilo uma grande tempestade como se você fosse uma porcaria de ser humano. Não existe coisa pior do que levar a culpa por algo que você nem mesmo fez. E nunca quis fazer.
O mundo é injusto mesmo - e algumas pessoas também. I don't know what to do.
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